René la Borderie e o ICAV – XII

RENECABEÇALHO

(continuação)

18 de Março de 1986 – Nova proposta, n.º 248, para alargamento da Operação ICAV, com passagem de 25 para 32 professores, com 2 coordenadores nacionais. A Directora de Serviços, Dr.ª Aura Goulão, aceitou a primeira componente da proposta e adiou, novamente, a segunda…

Junho de 1986 – número 8 da revista IC – Gabinete ICAV – DGEB

12 - d

8 e 9 de Julho de 1986 – Faro – Acção de sensibilização ICAV para orientadores pedagógicos, no Centro de Apoio Pedagógico

1986/88 – Pela primeira vez, é aprovada para um período de dois anos lectivos a Operação ICAV, sendo a experiência alargada a 32 professores.

21 a 23 de Outubro de 1986 – Encontro Nacional de Experimentadores ICAV – Praia Grande

Dezembro de 1986 – número 9 da revista IC – Gabinete ICAV – DGEB

Março de 1987 – número 10 da revista IC – Gabinete ICAV – DGEB

2 a 4 de Junho de 1987 – (Praia Grande) Encontro Nacional ICAV

12 - a

Julho de 1987 – número 11 da revista IC – Gabinete ICAV – DGEBS (com um “dossier” alusivo ao diaporama Azul e Amarelo igual a Verde, inspirado pela prática ICAV e premiado com a Medalha de Ouro da Fedération Internationale de l’Art Photographique, no Festival de Portalegre)

1987/88 – No início deste ano lectivo, o senhor Director-Geral do Ensino Básico e Secundário declara que a Operação ICAV passará a funcionar, não já como Experiência, mas integrada nas actividades normais da DGEBS.

Dezembro de 1987 – número 12 da revista IC – Gabinete ICAV – DGEBS

Março de 1988 – número 13 da revista IC – Gabinete ICAV – DGEBS

12 - c

3 a 5 de Maio de 1987 – Praia Grande – Encontro Nacional ICAV, onde os experimentadores elaboraram um relatório sugerindo a possível e desejável estrutura de integração do ICAV na DGEBS, conforme intenção declarada pelo seu máximo responsável. Este relatório, na íntegra, foi publicado como separata, autónoma, ao n.º 14 da revista IC.

Junho de 1988 – número 14 da revista IC – Gabinete ICAV – DGEBS + uma separata.

12 - e

26 de Junho de 1988 – Num despacho do Secretário de Estado da Reforma Educativa, o ICAV deixou de ser “Experiência Pedagógica” e foi institucionalizado no âmbito dos projectos da DGEBS, designadamente no contexto da formação contínua de professores.

13 de Fevereiro de 1989 – Proposta do Gabinete ICAV para uma cadeira semestral de Comunicação Educativa – Educação para a Comunicação na Escola Superior de Educação de Portalegre.

Julho de 1989 – número 15 da revista IC – Gabinete ICAV – DGEBS. É aqui 12 - fapresentada uma súmula do trabalho realizado ao nível dos diversos sectores, incluindo participação no Diaporama 89 – 4.º Festival Internacional de Diaporama de Portalegre, através de uma comunicação proferida pelo coordenador nacional José Antunes da Silva. Juntam-se os textos das comunicações de Antunes da Silva, António Martinó, Carlos Capucho e Manuel Vilas-Boas. Igualmente se refere a abertura do presidente da Comissão Instaladora da Escola Superior de Educação de Portalegre para a eventual criação aí de uma cadeira, em regime de opção, sob os auspícios do ICAV. Finalmente, integra este número um cuidado índice de todos os IC publicados.

12 - b

Janeiro de 1990 – número 16 da revista IC – Gabinete ICAV – DGEBS (o último). Começa com um notável e premonitório texto/editorial subscrito por José Antunes da Silva, de título Quem manda, manda bem. Termina assim:
Como disse René la Borderie, a relação com o saber faz-se sempre através dos modos de comunicação do saber. Os problemas da Educação e do Ensino/Aprendizagem são, antes de mais nada, problemas de Comunicação. Tanto bastaria para se entender a necessidade de definir uma área na escola e na formação de professores, especificamente dedicada à Comunicação: à Educação para a Comunicação – ao ICAV. E tanto bastou. Mas não podemos ficar por aí. Despachos anteriores apontaram para a generalização do ICAV. O ‘Despacho ICAV’ orienta-o para a formação contínua e a perspectivação da Reforma em curso. Mas ainda lá não estamos. É preciso esclarecer o que supúnhamos estar esclarecido; é preciso vencer o que devia estar vencido. É preciso divulgar, sensibilizar, investigar, formar. E é preciso confia em que quem manda… continue as boas tradições“.

Quem mandou, mandou bem. Isto é, à portuguesa. [este comentário, final, é da minha responsabilidade]

O ICAV desfez-se e todos os sonhos projectados também.

António Martinó de Azevedo Coutinho 

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