O sinal

Quando em rebeldia contra a indiferença cultural do autarca portalegrense de então, o Aurélio Bentes, o António Ventura e eu próprio decidimos que o nosso manoel 2oficialmente rejeitado projecto de evocação dos 15 anos da morte de José Régio iria mesmo em frente, recuperando o Poeta do esquecimento em que fora mergulhado, encontrámos da parte dos autênticos regianos, praticamente sem excepção, uma notável receptividade.

Nem vale a pena citá-los, porque estão quase todos incluídos no número especial de A Cidade – Revista Cultural de Portalegre, lançado em manoel 1Outubro de 1984, com o apoio do Ministério da Cultura e da Fundação Calouste Gulbenkian. Este conjunto de depoimentos é hoje uma referência bibliográfica incontornável.

De entre o seu rico e denso conteúdo, é oportuno destacar hoje -por óbvios motivos- o artigo escrito por Manoel de Oliveira. O Sinal é um testemunho sobre José Régio que só poderia ter sido revelado por alguém que profundamente o conhecesse. E estimasse. E admirasse.

Como era o caso de Manoel de Oliveira.

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