Palestra na sede do Clube Português de Banda Desenhada – Amadora

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Rui Barreira Zink, 1961, Lisboa.
Tem vários livros de ficção publicados: Hotel Lusitano (o primeiro, 1987), Homens-Aranhas, A Realidade Agora a Cores, O Suplente, Apocalipse Nau, Dádiva Divina, O Anibaleitor, A Espera, O Amante É Sempre o Último a Saber, José Vilhena, entre outros.
Em 1984 realizou Pornex 84, uma polémica exposição universitária.
Tem escrito argumentos para vários desenhadores, designadamente Manuel João Ramos, com o qual fez As Extraordinárias Aventuras do Major Alverca (publicadas no semanário Independente e na revista Kapa, entre 1991 e 1993.
Para o semanário Fiel Inimigo escreveu argumentos/guiões, nos anos 1993/1994 para os desenhadores João Lam e André Carrilho.20-zink-foto
Em 1997, ele e o desenhador António Jorge Gonçalves criaram A Arte Suprema, que na altura foi classificada como a primeira novela gráfica portuguesa (a expressão “novela gráfica” está escrita na capa), editada sob a chancela Edições ASA. Apesar do estilo inovador, ou talvez por isso mesmo, esta obra teve êxito de vendas, como o prova uma 5.ª edição em 2007.
Em 1999 a tese do doutoramento de Rui Zink em Literatura Portuguesa foi dedicada à banda desenhada (a primeira em Portugal sobre o tema) e publicada em livro sob o título “Literatura Gráfica?”.
Em 2000, com desenhos de Luís Louro, foi editado o álbum Halo Casto.
Em 2007, de novo com António Jorge Gonçalves, é o autor do argumento/guião para outra novela gráfica, intitulada Rei.
No corrente ano de 2016, colaborou no livro Entre Mentes, editado pelo Colégio das Artes da Universidade de Coimbra, tendo a parte gráfica o contributo de Alice Geirinhas, que seleccionou ilustrações de J.Grandville. Experienciando uma área bem diferente, a banda desenhada de estilo nipónico, fez um argumento para uma mangá publicada no Jankenpon – Jornal de banda desenhada (#4-Jun/Jul 2016), com desenhos de Sara Duarte Ferreira. Essa mangá foi publicada em duas versões diferentes, uma para leitura em sentido ocidental, da primeira página para o centro do jornal, outra no sentido de leitura japonês, publicada da última página para o centro, até ambas se encontrarem e terminarem nas páginas centrais, com diferenças entre as duas versões, resultando obra de inquestionável originalidade.  

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