Voltem depressa. Estão perdoados…

Já aqui me confessei fã da série Walking Dead. Por isso, pouco depois do termo de mais uma temporada, a sétima, decidi colocar aqui algum do tal material de arquivo, alusivo, que acumulei durante a paragem do blog.

Trata-se de uma homenagem pessoal à série.

Leio cada episódio tendo sempre presentes alguns dos bons ensinamentos que colhi  junto dos mestres da semiologia comunicacional. Neste caso concreto, apelo a Umberto Eco e sobretudo à sua obra Apocalípticos e Integrados.

Walking Dead é uma perfeitíssima metáfora do mundo em que vivemos, o tal “espelho” da humanidade que nos cerca, entre bons assim-assim e maus assim-assado, mortos que ainda não deram por isso, vivos provisórios, paixões à solta, sentimentos de honra até aos últimos limites, traições em cada esquina, improváveis alianças, esperança após nova madrugada, imaginação e suspense que fazem Hitchcock corar de inveja…

E fico à espera, certamente muito bem acompanhado, pela oitava temporada…

Que a FOX se despache!

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