Velhos são os trapos mas os papéis não! – trinta e um

ECO MUSICAL EM PORTALEGRE

Retomando o espírito desta série, recorda-se hoje um quase ignorado episódio da história de Portalegre nos meados da década de 20 do passado século. Em boa verdade, o acontecimento limitou-se, na prática, a um encontro de natureza corporativa, envolvendo músicos militares. Tratou-se da visita de Arthur Odorico Rapozo, ao tempo director-editor da revista trimensal Eco Musical – Órgão Defensor dos Músicos Portugueses. Fundada em 1911 por Álvaro Raphael de Macedo e Ferreira Braga, a publicação pretendia dar corpo às aspirações dos músicos nacionais, especialmente os militares que, com as bandas regimentais então atravessando uma prolongada crise, justamente temiam pelo seu futuro.

Como se sabe, era entre estes que se encontrava a maioria dos regentes das filarmónicas civis, pelo que a manutenção e o desenvolvimento da prestigiada arte musical portuguesa estavam de certo modo ameaçados.

Foi neste contexto que Arthur Raposo encontrou em Portalegre, nos dias 25 a 27 de Outubro de 1925, um clima de carinho e interesse, revelado pela “reportagem” depois inserida na revista cujas páginas alusivas a seguir se reproduzem.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s