João de Azevedo Coutinho e Peniche – catorze

BREVES  DADOS  BIOGRÁFICOS  DE
JOÃO  DE  AZEVEDO  COUTINHO – III

1911 – 26 de Maio João de Azevedo Coutinho é demitido da Armada “a bem dos superiores interesses da República Portuguesa”, conforme reza o respectivo decreto, por envolvimento em actividades contra o regime. Prefere o exílio, por terras de Espanha e França.

1911 – 26 de Junho Por proposta do vice-presidente da Câmara Municipal de Portalegre, Adelino do Carmo Brito, foi substituído o nome da Rua Azevedo Coutinho (antiga Rua da Carreira) pelo de Rua 19 de Junho.

1913 – 21 de Outubro Nova intentona revolucionária monárquica com a participação de João de Azevedo Coutinho que, disfarçado, consegue regressar ao exílio num golpe audacioso.

1915 – Devido a uma amnistia, João Coutinho pode regressar à Pátria.

1923 – 16 de AbrilO filho Francisco Eduardo casa com D. Maria Antónia de Almeida de Noronha, tornando-se conde de Peniche.

1919 – Embora então bastante doente, João de Azevedo Coutinho envolve-se com Aires de Ornelas numa conspiração monárquica em Monsanto. Preso e julgado, em Agosto, é absolvido após recurso.

1925 – 8 de Novembro É eleito senador monárquico, pelo distrito de Portalegre, com significativa votação popular.

1932 – 25 de Setembro D. Duarte Nuno de Bragança, sucessor de D. Manuel II, nomeia João Coutinho como seu Lugar-Tenente.

Lidera a Causa Monárquica.

1934 Publica “Valor e eficiência patriótica das missões coloniais”.

1935 Publica “As duas conquistas de Angoche” e “O combate de Macequece: notas sobre algumas das determinantes próximas e remotas do conflito”.

1936 Publica “Manuel António de Sousa, um capitão-mor da Zambézia”.

1939João de Azevedo Coutinho visita a Zambézia, encontrando antigos camaradas.

1941 Publica a obra: “Memórias de um velho marinheiro e soldado de África”.

1942 – 21 de Fevereiro É-lhe conferido o título de Presidente de Honra do Instituto Ultramarino.

1942 – 7 de Março A Sociedade de Geografia de Lisboa escolhe João de Azevedo Coutinho para seu presidente.

1942 – 11 de Março – É-lhe conferida, a título honorário e por deliberação unânime da Assembleia Nacional, a patente de vice-almirante e é reintegrado na Armada.

1942 – 15 de Março – É homenageado pela Mocidade Portuguesa e pela Agência Geral das Colónias, tendo aí sido proferido pelo Dr. Marcelo Caetano um discurso que ficou célebre.

1942 – 26 de Junho – É solenemente acolhido e homenageado na cidade do Porto.

1943 – 28 de Maio – Como “Herói de África”, recebe publicamente as suas últimas condecorações: as Grã-Cruzes das Ordens do Império e da Torre e Espada.

1944 – 7 de Dezembro – Morre em Lisboa, aos 79 anos.

António Martinó de Azevedo Coutinho

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