Nos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos do Homem

A Declaração Universal dos Direitos do Homem é uma carta de princípios onde se estabelecem e defendem os inalienáveis direitos do individuo.

Esta Declaração, proclamada pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas a 10 de Dezembro de 1948, é o resultado directo do conhecimento das atrocidades cometidas durante a 2.ª Guerra Mundial, especialmente pelos nazis.

Neste documento são enunciados os direitos considerados fundamentais para a vida do ser humano. São referidos os direitos individuais e colectivos, sem discriminação de raça, género ou nacionalidade.

A declaração não é subscrita por todos os países da Organização das Nações Unidas, que todos os anos apresenta uma lista de denúncias e violações cometidas tanto por países subscritores como não-subscritores.

70 anos depois da solene criação da Declaração Universal dos Direitos do Homem ainda há muito por fazer na defesa do seu inalienável conteúdo e das suas nobres intenções.

Parabéns aos Amigos Lúcia e Gilton Sampaio

Hoje mesmo, na comemoração dos 15 anos da Instituição, a Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Norte (FAPERN), no Brasil, fará solene entrega de Medalhas de Mérito Cientista Potiguar António Campos a alguns agraciados com tal honraria.

Entre estes conta-se um casal de professores e pesquisadores do polo (Campus) de Pau dos Ferros da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), Gilton Sampaio e Lúcia Pessoa.

No reconhecimento do seu elevado mérito académico e das suas qualidades pessoais, daqui envio a estes prezados amigos um sincero abraço de parabéns.

António Martinó de Azevedo Coutinho

As duas Portalegre’s

Lembrei ontem, como aliás aqui faço com frequência, a cidade brasileira de Portalegre, que há anos me honrou com a distinção de cidadania, título assumido com orgulho que não escondo.

Essa outra minha cidade, no magnífico interior serrano do Rio Grande do Norte depois do árido sertão, viveu no dia da sua Padroeira a grande e tradicional veneração.

Disso deu o amigo Afrânio Gurgel uma explícita conta, pois pudemos assistir, pelo directo que os utilitários sistemas de comunicação on line permitem, à cerimónia religiosa onde teve intervenção outro saudoso amigo, o padre Dário Torboli. Também houve, mais tarde, a disponibilidade de um vídeo da procissão entre a Igreja e a Casa de Cultura, bem como de fotografias de diversas outras solenidades do dia.

Pude igualmente registar com agrado a nota que a Prefeitura Municipal de Portalegre RN colocou nas redes sociais a propósito da efeméride, onde se destaca a alusão toponímica à cidade portuguesa com o mesmo nome, como tal usada pelo Fundador, que ali vivera com o pai, também juiz, e bem conhecia as familiares semelhanças da comum paisagística montanhosa.

Espero que a Portalegre alentejana, ligada à sua “gémea” brasileira por laços de uma amistosa e justificada geminação, não se tenha esquecido de explicitar as devidas e oportunas felicitações…