Portalegre do Brasil cresce e moderniza-se

Na altura oportuna, finais de Maio deste ano, deu-se aqui devida do primeiro dia de expediente das novas instalações da Prefeitura Municipal de Portalegre RN, Brasil, depois de sua solene inauguração.

Sinal inequívoco do progresso da cidade irmã da Portalegre alentejana, o acto corresponde a uma modernização de antigas instalações, à qual se juntou recentemente a nova Casa da Câmara e Cadeia, também aqui abordado. Trata-se da prossecução de uma decisiva campanha de inserção da cidade serrana no lugar que merece.

Volta-se ao tema, a propósito de um mais recente decreto municipal, subscrito pelo prefeito Manoel de Freitas Neto sobre a funcionalidade do Centro Administrativo de Portalegre/RN, onde se pode constatar a complementar diversidade de serviços ali instalados.

A simples descrição dos espaços dá conta do contributo no aumento de coordenação e eficácia da governação municipal que as novas instalações vão proporcionar.

 

Contar o Mundo

Na segunda edição, a parceria entre a Câmara Municipal de Beja e a Ouvir e Contar – Associação de Contadores de Histórias alarga-se ao Centro Unesco para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial e à Santa Casa da Misericórdia de Beja, que abre as portas da sua CASA – o Antigo Hospital da Misericórdia – para acolher todos os que gostam de ouvir e contar histórias.

II CONTAR –  Festival de Contos do Mundo começa devagar, como convém a um festival que tem o TEMPO como pano de fundo.

A 22 de Agosto marcámos encontro com um dos primeiros Artífices do Tempo pelas 18h30. O Mestre Torrão – o homem do Cante como tantas vezes o ouvimos chamar –  vai estar à nossa espera para, em amena cavaqueira, falar sobre essa arte sem TEMPO. 

Os contos e o Jantar Narrado – a decorrer no átrio da Biblioteca Municipal –  convidam a ficar por ali e depois seguir em grupos para o Centro Histórico. É que dia 22 de Agosto, pelas 21h30 e Há contos na Mouraria!

A 23 e 24 de Agosto, Jorge Serafim e Ana Sofia Paiva vão partilhar Histórias que se contam por aí, dando o pontapé de saída a duas residências que decorrerão até às Palavras Andarilhas de 2018.

Ao longo de todo o festival, as Histórias para brincar com o tempo assomam às manhãs e fins de tarde, dirigidas a pais e filhos, e os Contos para enganar o tempo percorrem algumas IPSS do concelho, levando jogos de dizer e de contar.

No Antigo Hospital da Misericórdia, as noites frescas convidam a usar um abafo e a escutar as Histórias à margem do tempo, pelas das duplas de narradores que contando se completam: Nicolás Buenaventura, Maria Morais, Maurício Corrêa Leite, Ana Griot, Michèle Nguyen, Antonella Gilardi, Celso Sanmartín, Carles Garcia Domigo e  Clare Murphy. São eles que,  entre 25 e 27 de Agosto, nos levam pela mão numa viagem por Portugal, Espanha, Itália, Bélgica, Irlanda, Colômbia e Brasil.

Entre 25 e 27 de Agosto, O Mercadinho de Coisas Miúdas serve de pretexto para passar o tempo entretidos(as) com conversas dinamizadas à volta de objectos (livros e brinquedos), olhares e memórias. António Parrinha, Rogério Fialho, Armando Horta, Manuel Paula, José Barbieri, Rui Arimateia, Idalina Cacito, Mariana Bicho, Mariana Lopes, Mestre Pica e Joaquim Gonçalves são alguns dos Artífices do Tempo desta edição.
A reflexão sobre o papel da narração e das narrativas na construção e no entendimento do mundo e do outro volta a marcar presença com o programa Narrare Humanum Est, desta vez, oferecendo tertúlias entre narradores que vêm cruzar experiências, certezas e dúvidas sobre isto que nos torna humanos – a capacidade de nos narrarmos.
Se eu quiser falar com Deus e Histórias Bendictas serão o tema das sessões realizadas na capela, enquanto, no Museu da Farmácia, a conversa se faz Entre Mesinhas e Rezas.
Entretanto, no teatro Pax Julia, o festival propõe uma programação de espectáculos narrativos e poéticos que abarca todas as idades: dos mais pequenos, com  A Balada das 20 meninas friorentas, de Margarida Mestre; passando pelo jovens, com Vy, de Michèle Nguyen; aos adultos, com Dar à Luz – A aventura do Pensamento. Já a torre de Menagem do Castelo de Beja será o palco do espectáculo The king of Lies, de Clare Murphy.
Mas não só de palavras se faz este festival! Nos jantares narrados confirma-se o lema: No comer e no “contar” o pior é começar, já que serão animados pelos narradores presentes no encontro.

Para os dias 22 e 27, inscreva-se através do número de telefone 284311900. Para o dia 23, deverá fazer a sua inscrição directamente nos restaurantes Henry Bar e D. Maria.

Entre 23 e 27 de Agosto, as noites são rematadas com pequenos concertos cantados e/ou dançados com Eduardo Ramos, que nos traz o som do alaúde e da herança árabe em Portugal, os Parapente 700, com músicas e danças europeias, as Moçoilas, com os cantares das serras algarvias, e os Samba sem Fronteira, cujo nome diz tudo.
Fora da cidade de Beja, as Noites d’ir ao fresco acontecerão nas freguesias rurais do concelho. Aqui uma praça, além uma escadaria, acolá um largo, dinamizadas por  José Craveiro, Cláudia Fonseca, Ana Santos, Thomas Bakk, entre outros.

O programa do festival dirige-se a público de todas as idades e é completamente gratuito.

Algumas actividades necessitam de inscrição prévia.

Inscreva-se através do telf. 284311900 / contar.festival@cm-beja.pt