Resistiréis, HÉROES (quédate en casa)

Resistiréis, HÉROES (quédate en casa)

Uma jovem, Maria Ocaña Seseña, que integra as equipas sanitárias do Hospital Universitário Ramón y Cajal, em Madrid, centro de referência científica nacional e internacional, interpreta e dedica uma emocionante canção aos seus companheiros de trabalho e a outros heróis nesta luta desesperada, fazendo ainda apelo à manutenção de toda a população em casa.

Este sentido recado também nos serve.

Pedro Barroso (1950-2020)

António Pedro da Silva Chora Barroso, nascido em Lisboa, em 28 de Novembro de 1950, morreu ontem à noite. Perdi um amigo que muito admirava.
Não posso escrever agora nada mais do que já aqui lembrei por diversas vezes, louvando um músico, poeta e cantor de excepção, ao nível de Patxi Andión, de Zeca Afonso, de José Mário Branco e de poucos, muito poucos, mais.
Nem porque a sua morte era esperada dói menos.
Vou por hoje limitar-me a recordar a breve biografia constante numa das suas obras literárias (A história maravilhosa do País bimbo), de 2005.
Junto-lhe um notável registo vídeo (Medley-Tributo) gravado ao vivo no Teatro Rivoli, no Porto, em Outubro de 2012.
Fica uma imensa saudade de um Homem e de uma Obra, perdurando a memória e aquilo que criou, para todo o sempre!

 

Pedro Barroso

No final da tarde de hoje, Domingo, soube por uma comunicação pública do seu filho, o cantor Nuno Barroso, que Pedro Barroso tinha sido internado no Hospital da Luz, em estado muito grave devido à doença que o aflige.

Com 69 anos de vida e mais de 50 como músico, cantautor consagrado, Pedro Barroso é uma figura marcante no nosso panorama da canção. Tenho por ele uma imensa admiração e dediquei-lhe no blog mais de uma dezena de textos.

Possuo toda a sua discografia, na maioria com dedicatórias pessoais, e nunca me canso, ou cansarei, de o ouvir. A sua música, a sua poesia e as suas interpretações são admiráveis.

Neste momento delicado, penso na sua forte personalidade, na sua arte inspirada, em tudo –e tanto é!- que nos tem dado.