Portalegre RN – uma das cidades mais eficientes do Brasil

PORTALEGRE É UMA CIDADE EFICIENTE DE ACORDO COM LEVANTAMENTO FEITO PELO JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO

PORTALEGRE está entre as cidades mais eficientes do Brasil, ocupando a 762. ª colocação nacional no programa denominado de Ranking dos Municípios Eficientes do jornal Folha de São Paulo (REM-F).

Este programa é uma ferramenta inédita, que mostra quais os municípios do Brasil que conseguem melhores resultados em saúde, educação e saneamento gastando menos, onde se mostra que apenas 24% do país é eficiente com a destinação de recursos públicos.

O levantamento revela que 38 % do dinheiro público é investido em educação; 21 % em saúde e no saneamento básico. Portalegre tem uma média de 0, 374.

A administração municipal está investindo cada vez mais nos serviços básicos para uma melhor qualidade de vida da população da cidade.

Acrescente-se que o lugar 762 se insere num universo de 5.569 municípios, onde foram escrutinados 5.281.

Parabéns a Portalegre RN!

Turismo em Portalegre do Rio Grande do Norte

TURISMO em PORTALEGRE RN

O que não falta em Portalegre são opções de turismo e lazer. Os pontos turísticos naturais tornam Portalegre única, com trilhas de fácil acesso, que levam ao contacto mais próximo com a Natureza, nascentes de águas naturais e cristalinas, mirantes com visão panorâmica, possibilitando uma vista privilegiada das altitudes da serra, Cachoeira do Pinga, que é perene e possui uma queda de água de 96 m de altura, com espaço agradável e de fácil acesso para todos os visitantes, Terminal Turístico da Bica, rodeado de árvores naturais, possuindo o local um amplo espaço com bica para banho e fontes naturais, além de acesso de restaurante e trilhas.

O pôr-do-sol na Ponta da Serra fica a 7 km da cidade. A Ponta da Serra é um óptimo local para observar uma vista panorâmica da região e percorrer trilhas. As Torres são lindas formações rochosas, assim denominadas e incluindo no seu entorno várias furnas com inscrições rupestres. Casa de Câmara e Cadeia, a sua construção deu-se no século XVIII, cuja arquitectura conserva traços do período colonial, onde estavam instalados órgãos da administração pública municipal, e hoje abriga o museu, a pinacoteca e biblioteca municipal.

A gastronomia do município, contemplada nos mirantes e demais restaurantes espalhados por toda a cidade, predominantemente regional, com pratos reconhecidos e premiados, como galinha caipira com pirão de castanha e cordeiro à castanha de caju, além disso, contempla a culinária requintada e também a clássica, satisfazendo paladares diferenciados.

Portalegre encanta os seus visitantes, com as suas casas de fachadas antigas, prédios históricos, a sua riqueza cultural e com o seu povo acolhedor e a culinária que se vem destacando.

O turista que vem a Portalegre é bem recepcionado e assistido. O município conta com locais para hospedagem, incluindo pousadas e hotel, com 78 quartos e 313 leitos disponíveis.

Venha você também conhecer o Paraíso Serrano Portalegre.

O impiedoso dom da ignorância voluntária

O impiedoso dom da ignorância voluntária

Provavelmente por formação sou sensível às imagens. Procuro ler sempre nelas para além da mera aparência. Foi o caso.

A actual Prefeitura brasileira de Portalegre RN, entre muitas outras iniciativas de alcance comunitário, não apenas recuperou magistralmente a Casa de Câmara e Cadeia -histórica herança colonial da Fundação- como lhe tem vindo a conferir missões de relevante significado. Um destes -no quotidiano- nasce do autêntico museu da cidade instalado no edifício.

O notável acervo ali reunido e exposto serve tanto a comunidade local como os visitantes. Revelando e exibindo o seu passado, a cidade reforça o sentimento identitário dos naturais e projecta exteriormente, com orgulho, esse património.

Os sítios da Ribeira do Podi, os primeiros sesmeiros, os nativos, a Serra dos Dormentes, as fontes e os olhos d’água, Margarida de Freitas, as Serras de Sant’Ana e do Regente, a Fundação, as Pedras do Rei, o Juiz Miguel Carlos e D. Francisco Xavier Aranha, o ouvidor-geral, capitanias, missões e novas vilas, padroeiros, os Paiacú, Cantofa e Jandy, as igrejas e os párocos, a Casa de Câmara e Cadeia, emancipação, o Movimento Republicano de 1817, as lutas pela independência, os quilombolas e as negras raízes, o caju, São Gonçalo, geminação – enfim, termos e conceitos escolhidos quase ao acaso, no entanto familiares a todas as crianças, a todos os jovens e adultos, a toda a comunidade portalegrense brasileira.  

E que sabem as crianças, os jovens e os adultos portalegrenses portugueses acerca do seu passado próximo ou remoto, da história e das figuras da sua própria terra? Nada, rigorosamente nada!

As duas fotografias que recolhi referem-se a tudo isso, com inegável exuberância e natural simplicidade. Um painel contém recortes de jornais brasileiros e portugueses a propósito da visita, pioneira, que os portalegrenses de Portugal fizeram aos irmãos portalegrenses do Brasil. Foi a “redescoberta”, quinhentos e tal anos depois de Cabral. [espero que os modernos e moralistas contestatários do termo estejam distraídos!]

Aquelas saudosas páginas de um autêntico e não menos saudoso Fonte Nova ganham hoje ressonâncias de documentação histórica, na medida em que se tornaram memória partilhada. No entanto, aquilo aconteceu “apenas” em Outubro de 2004. Mas vale a eternidade.

Por voltas de 2005, na minha terra de cá, a Portalegre alentejana, a sede da autarquia deixou o histórico palácio filipino na zona histórica, trocando-o pelo renovado edifício da Fábrica Real. Bastantes vezes, nessa época, discuti à mesa do Alentejano com o amigo António Ventura acerca do anunciado destino do palácio esvaziado, um arquivo citadino. O Bentes que o diga…

Sempre achei tal projecto indigno daquele nobre espaço, defendendo para ali um Museu da Cidade. Afinal nem um nem outro, porque a antiga Câmara ficou abandonada ao seu triste e indefinido destino. Sinas ou caprichos lagóias

Portalegre assume, por tradição (!?), o mais absoluto desleixo neste particular campo da preservação das memórias locais. Desmantelou sistematicamente o Jardim Operário, destruiu sem remorsos um monumento -o memorial José Duro- e vandalizou com requinte um outro, o Castelo. Exemplos simples e recentes, praticados em nome do “progresso”.

Toponimicamente, são olvidadas autênticas obrigações de honra ou são cultivadas trivialidades como as do “jardim do tarro” ou da “rotunda do navio”… Está tudo contido na mesma lógica da vulgaridade.

Porém, por paradoxo, Portalegre é capaz do melhor. O programa idealizado e concretizado a propósito do Centenário da I Guerra Mundial é exemplar. Nas realizações que passaram, cerimónias, conferências ou exposições, e sobretudo no que ficou, como publicações ou a recuperação do nobre e olvidado espaço público da Oliveira da Paz, a cidade esteve à altura da tradição local, patente nas suas unidades militares intervenientes no conflito, o Regimento de Artilharia de Montanha 5 e o Regimento de Infantaria 22.

Esta bipolar alternância nada garante de útil ou de positivo. É precisamente tal inconstância portalegrense portuguesa que as imagens portalegrenses brasileiras me trouxeram à actualidade.

Tem a minha Portalegre do lado de cá duas geminações autênticas, entre algumas simulações disso, livre e solenemente firmadas, uma com a minhota Vila do Conde -pela partilha de José Régio- e a outra com Portalegre do Rio Grande do Norte -pelo estreito e profundo significado toponímico e humano comum. Deixemos a primeira que de vez em quando aflora e fixemo-nos na segunda, de todo desprezada. Próxima do zero absoluto…

No seu reduto das serranias potiguares, os nossos irmãos brasileiros levam estas coisas de bem diverso modo, honrando os compromissos assumidos. Já muitos de nós, os portalegrenses portugueses, pudemos lá testemunhar essa prática. Não há pretexto festivo ou comemorativo onde fiquemos esquecidos. E sobretudo, em permanência, figuramos no museu local de Portalegre RN. As imagens, as tais imagens do vulgar quotidiano, atestam que fazemos parte efectiva -e afectiva- do seu património.

A lição aqui fica, para quem tenha sensibilidade -e sobretudo capacidade- para a entender.

António Martinó de Azevedo Coutinho

Profissão para todos – Um projecto em Portalegre (do Brasil…)

 

PROJECTO PROFISSÃO PARA TODOS

O Projecto Profissão para Todos é um projecto basicamente sem fins lucrativos, desenvolvido pela IEPB. Os Cursos funcionam em parceria com a Prefeitura Municipal de Portalegre e a Secretaria da Educação, com o intuito de qualificação profissional para aqueles que estão fora do mercado de trabalho.

O curso tem duração de três encontros, cada curso nos seus respectivos horários. Você poderá fazer quantos cursos quiser, sendo necessário apenas uma inscrição!

A Matrícula é gratuita, o curso é gratuito e  o material digital também é gratuito.

INÍCIO DAS AULAS:
08/07/2018 (Domingo)
 Atendente de clínicas 08:00h às 10:00h
 Atendente de farmácia 10:00:00h às 12:00h
 Assistente administrativo 13:00h às 15:00h
 Operador de caixa 15:00h às 17:00h

LOCAL: AUDITÓRIO DA PREFEITURA DE PORTALEGRE RN .

INSCRIÇÕES NA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DE PORTALEGRE RN OU ONLINE ATRAVÉS DESSE LINK

https://docs.google.com/…/1FAIpQLSfoedbxGfYR1f5KY…/viewform…

Não há São João como o de Portalegre!

Não há São João como o de Portalegre RN, a Portalegre cidade irmã do Rio Grande do Norte, no Brasil, é preciso -e conveniente- acrescentar.

Em 8 de Dezembro de 1761, o Fundador, Juiz Miguel Carlos, ao sancionar São João Baptista como Padroeiro da Vila Nova de Portalegre, apenas manteve a antiga tradição local que vinha dos tempos da Missão do Apodi, tendo-lhe acrescentado Nossa Senhora da Conceição, em homenagem ao próprio dia.

Ainda hoje as datas alusivas aos Padroeiros são das mais festejadas na cidade.